A Vitalidade Artesanal da Gestão Contemporânea

Eduardo Paes Barreto Davel, Neusa Rolita Cavedon, Tânia Maria Diederichs Fisher

Resumo


Metáfora do fazer humano bem feito e com forte engajamento corporal-moral-afetivo, o fazer artesanal presta-se a muitas interpretações e usos. É, ao mesmo tempo, um conceito e uma prática; um conceito multiforme que compreende práticas fundamentalmente humanas. O fazer artesanal revela-se em toda a sua força pela marca profundamente humana que imprime em objetos, atividades e processos. Acreditamos que, por meio de um retorno aos princípios do trabalho artesanal, a gestão poderá repensar seus fundamentos, sobretudo os que foram herdados de uma lógica industrial e que destoam das expectativas contemporâneas para melhorar o futuro de nossas organizações e sociedades. Nesta introdução, selecionamos, caracterizamos e discutimos três desses princípios: o princípio da cultura, o princípio da materialidade e o princípio da territorialidade. 


Palavras-chave


Fazer Artesanal; Gestão; Cultura; Materialidade, Territorialidade

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DOI: http://dx.doi.org/10.9771/23172428rigs.v1i3.10065