Genealogias excêntricas: os mil nomes do queer
Resumo
O queer como construto cultural tem vindo a ser discutido como um permanente deslocamento: temporalmente como discutido por José Esteban Muñoz (2009), mas também geopoliticamente e em termos de colonialidade. O uso de uma expressão em inglês (porque não o cuir, cu, transviado ou outras formas que as culturas de periferia e semiperiferia foram criando e construindo?) denuncia a sobreposição entre queer e as histórias coloniais, mas também a globalização de uma forma de resistência, dentro de um determinado sistema capitalista na sua incarnação neoliberal a afetar globalmente o mundo.
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PDFDOI: http://dx.doi.org/10.9771/peri.v1i6.20546
Rev. Peri. Salvador, BA, Brasil. e-ISSN: 2358-0844 | Ano de criação: 2013 | Área do conhecimento: Interdisciplinar| Qualis: B2


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