METADADOS E REPOSITÓRIOS INSTITUCIONAIS: UMA RELAÇÃO INDISSOCIÁVEL PARA A QUALIDADE DA RECUPERAÇÃO E VISIBILIDADE DA INFORMAÇÃO

Caterina Groposo Pavão, Janise Borges da Costa, Manuela Klanovicz Ferreira, Zaida Horowitz

Resumo


Os metadados são usados para definir permissões, direitos de acesso, compartilhamento, reutilização, redistribuição e políticas, bem como os requisitos técnicos para visualização, acesso ou preservação de objetos digitalizados ou natos digitais. Este trabalho aborda questões teóricas sobre esquemas de metadados adotados em repositórios, permitindo manter a qualidade, completeza e consistência de seus dados. Apresenta os elementos Dublin Core (DC) utilizados no Lume, repositório digital da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), e a origem do seu preenchimento no formato SABi, baseado no MARC 21, utilizado na descrição da produção intelectual da Universidade na base SABi, Sistema de Automação de Bibliotecas da UFRGS. O esquema de metadados adotado tem o intuito de descrever os objetos digitais de forma mais acurada, priorizando as características intrínsecas dos tipos de documento, fornecendo pontos de acesso mais precisos ao usuário final e, consequentemente, aprimorando o processo de descoberta. Apresenta a tabela de conversão SABi/DC que permite povoar o Lume de forma ágil, promovendo sua consistência e uniformidade, evitando o retrabalho e duplicação de esforços. Conclui-se que metadados projetados de maneira cuidadosa resultará na boa gestão da informação a curto e longo prazos. A completeza e consistência possibilitam usá-los em um número quase infinito de novos materiais, interoperar com outros repositórios ou provedores de serviços e para mineração de dados.

Palavras-chave


Metadados. Repositórios institucionais. DSpace. Dublin Core. Visibilidade.

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DOI: http://dx.doi.org/10.9771/1981-6766rpa.v9i3.15163

PontodeAcesso. ISSN: 1981-6766