OS MOVIMENTOS SOCIAIS E A PEDAGOGIA HISTÓRICO-CRÍTICA: O SALTO DE QUALIDADE NECESSÁRIO NA PRÁTICA DA EDUCAÇÃO ESCOLAR E NÃO-ESCOLAR

Maria de Fátima Félix Rosar

Resumo


O conteúdo do presente artigo está estruturado em três seções: 1- Preâmbulo, 2- Contradições e superação dialética na história da educação, 3- Movimentos sociais e a Pedagogia Histórico-Crítica no Brasil. Identificam-se relações entre as experiências de mudança qualitativa da ordem social nos séculos XVI, XVIII e XIX, e a educação como elemento político e pedagógico constitutivo dos processos revolucionários. Evidencia-se que em meio às ideologias conservadoras da velha ordem social, reproduzidas pela Igreja e pelo Estado burguês, emergem novas perspectivas de educação e sociedade, portanto as contradições produzem processos de superação, que podem ser identificados na história da educação. Os movimentos sociais como expressão dos embates entre essas ideologias podem ser fortalecidos, na medida em que trabalham com a perspectiva de lutas unificadas e aprofundam suas estratégias, a partir de sua ancoragem no materialismo histórico-dialético. A Pedagogia Histórico-Crítica como perspectiva teórico-prática fundamentada no pensamento marxista, tem se articulado com os movimentos sociais e os processos pedagógicos dentro e fora da escola, contribuindo para que ocorra um salto de qualidade na educação nacional e nas lutas pela construção do socialismo. 


Palavras-chave


revolução; educação; movimentos sociais; pedagogia histórico-crítica.

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DOI: http://dx.doi.org/10.9771/gmed.v5i2.9700

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Germinal: Marx. Educ. em Debate, Salvador - ISSN: 2175-5604.