Crise capitalista: breves apontamentos

José Claudinei Lombardi

Resumo


Partindo da localização conjuntural da teoria das crises e da consequente teoria das revoluções produzida por Marx e Engels para a análise da gênese, desenvolvimento e morte do capitalismo, realiza-se um balanço dos embates históricos, a partir dos quais as relações de produção capitalistas mantêm-se hegemônicas no século XX e XXI. No mesmo cenário, faz-se uma síntese dos debates sobre a crise estrutural do capitalismo nos últimos anos, enfatizando-se sua gravidade e relevância histórica. Destaca-se que o comunismo não é uma idéia que tem que ser implantada, mas é uma realidade a ser construída por homens reais, em lutas, conquistas e derrotas. A revolução de um modo de produção não se faz por si, ou por decreto, mas é produto do trabalho de homens organizados. Anuncia-se que o amadurecimento da luta pode conduzir à formação de uma frente ampla que articule as forças anticapitalistas e revolucionárias. Destaca-se a necessidade de organização estratégica e tática em busca da superação da lógica do capital, e o papel que cabe aos trabalhadores da educação cumprir: expandir e aprofundar o debate.

Palavras-chave


Marx, Karl; Engels, Friedrich; Teoria das Crises; Conjuntura; Revolução; Educação.

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DOI: http://dx.doi.org/10.9771/gmed.v2i1.9603

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Germinal: Marx. Educ. em Debate, Salvador - ISSN: 2175-5604.