A INFLUÊNCIA DO “ESTILO AMERICANO DE VIDA” NOS EDUCADORES BRASILEIROS PÓS 1930 E ALGUNS DE SEUS CRÍTICOS: FLORESTAN FERNANDES E A FEDERAÇÃO INTERNACIONAL SINDICAL DE ENSINO

Gilcilene de Oliveira Damasceno Barão

Resumo


O objetivo do trabalho é analisar as contribuições de Florestan Fernandes e de uma publicação da editorial Vitória, Educação norte -americana em crise (1956) cuja organização é de autoria da Federação Internacional Sindical de Ensino (F.I.S.E) .  Para isso, de um lado será destacado o embate teórico de  Florestan Fernandes à concepção de mudança social de Kilpatrick e ao enaltecimento do modo de vida americano presente produção de George S. Counts; de outro lado apresentar-se-á a análise dos capítulos do livro  Educação norte-americana em crise (1956), cujo objetivo foi desmitificar os avanços da educação norte-americana. Os autores desenvolveram análises baseadas em fatos da sociedade americana para criticar as apologias ao estilo de “vida americano, democrático e livre”, alardeados para além do território norte-americano, pela política de Estado americano, pelas missões institucionais, pela propaganda, Filosofia pedagógica, pelas artes.

Palavras-chave


Florestan Fernandes; educação brasileira; ideologia do modo de vida americano

Texto completo:

PDF


DOI: http://dx.doi.org/10.9771/gmed.v7i2.14873

Direitos autorais 2018 Germinal: Marxismo e Educação em Debate

Licença Creative Commons
Este obra está licenciado com uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-CompartilhaIgual 4.0 Internacional.

Germinal: Marx. Educ. em Debate, Salvador - ISSN: 2175-5604.