TRABALHO E SUBJETIVIDADE NA “NOVA” CONFIGURAÇÃO LABORAL: QUEM PAGA A CONTA?

Roberto Heloani, Evaldo Piolli

Resumo


O texto apresenta uma análise geral sobre a nova configuração do trabalho ao mesmo tempo em que discute suas implicações à saúde e à subjetividade dos trabalhadores. Na primeira parte analisamos o desenvolvimento das organizações e o desenvolvimento do aparato administrativo e burocrático destacando sua função mediadora e produtora de ideologia. Sob a lógica da reprodução ampliada do capital a teoria da administração produz eficientes resignificações em relação ao trabalho e novas formas de controle, submissão e disciplinamento. Discute a atual conformação do trabalho sob o arranjo pós- fordista, o qual pressupõe esquemas flexíveis que requisitam o envolvimento subjetivo do trabalhador elevando sua visibilidade e maior responsabilização pelos resultados e metas. Analisa a concepção ideológica produzida no âmbito das organizações centrada no desempenho individual e sua consequência para a saúde mental daqueles que vivem do seu trabalho. 


Palavras-chave


Trabalho; saúde; subjetividade.

Texto completo:

PDF


DOI: http://dx.doi.org/10.9771/gmed.v6i2.13092

Direitos autorais 2018 Germinal: Marxismo e Educação em Debate

Licença Creative Commons
Este obra está licenciado com uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-CompartilhaIgual 4.0 Internacional.

Germinal: Marx. Educ. em Debate, Salvador - ISSN: 2175-5604.