O QUE MAIS? Interlúdio de "Sempre mais do que um": a dança da individuação

Erin Manning (Universidade Concordia, Canadá), Bianca Scliar (Universidade do Estado de Santa Catarina)

Resumo


Em seu livro Sempre Mais do Que Um- a dança da individuação (2013)g a filósofa, artista e dançarina Erin Manning explora o conceito de “mais do que humano”, no contexto do movimento, percepção e experiência. Neste trabalho parte da filosofia processual de Whitehead e de Simondon e sua teoria da individuação, estendendo os conceitos de movimento e a relação desenvolvida em seus trabalhos em torno do pensamento coreográfico. Aqui ela usa seu pensamento coreográfico para explorar um modo de percepção que antecipa a acomodação da experiência em categorias ontológicas. Manning explora os objetos coreográficos de William Forsythe e suas colaborações para superar modos de percepção e alcançar o que percebemos como algo que nunca é inicialmente um sujeito ou um objeto mas uma ecologia.


Palavras-chave


objetos coreográficos, Forsythe, instalação coreográfica, ecologias da experiência, filosofia processual

Texto completo:

PDF


Dança: Revista do Programa de Pós-Graduação em Dança - ISSN: 2317-3777
Qualis 2013-2016: Artes (C); Comunicação e Informação (B5); Educação (C); Sociologia (B5).
 
Licença Creative Commons
Este obra foi licenciado sob uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial 3.0 Não Adaptada.