ÍNDICE EFICÁCIA GOVERNAMENTAL WIPO E SUA INTERFERÊNCIA EM ÍNDICES DE INOVAÇÃO SELECIONADOS: UMA ANÁLISE DO BRASIL EM COMPARAÇÃO COM OS PAÍSES INTEGRANTES DO BRICS A PARTIR DE UMA ABORDAGEM BIBLIOMÉTRICA

Severiano José Mota Neto, Alexandre de Santa Bárbara Silva, Washington Franca-Rocha

Resumo


O presente trabalho aborda a questão da influência que o fator Eficácia Governamental do Índice Global de Inovação publicado em 2015 pode ter sobre alguns fatores presentes no mesmo índice, tomando como referência os valores encontrados para os países integrantes do BRICS. Assim, ele foi utilizado como parâmetro para a análise do potencial inovador dos países integrantes do BRICS por meio do estudo da influência que o fator Eficácia Governamental tem sobre dez fatores componentes do Índice e suas interações na sociedade. Foi utilizada uma metodologia de pesquisa de natureza básica, caráter descritivo, com levantamento de campo e telematizado e análise quantitativa e qualitativa. Além disso, foi igualmente realizado um breve estudo bibliométrico acerca da produção acadêmica na área de abordagem do presente artigo na base de dados da SciELO.org. As considerações finais refletem sobre quais indicadores são afetados diretamente ou não pela Eficácia Governamental e como é possível propor ações que possam solucionar determinados problemas.

Texto completo:

PDF

Referências


CASSIOLATO, J. E; LASTRES, M.M. Estudo comparativo dos sistemas nacionais de inovação no Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul (BRICS). Redesist. 2007. Disponível em: . Acesso em: 23 de abril de 2017.

CGEE. Parcerias Estratégicas / Centro de Gestão e Estudos Estratégicos – Vol. 1, n.1 (maio 1996) • Brasília: CGEE, 2002. Disponível em: . Acesso em: 19 de abril de 2017.

ESTADÃO. Brasil cai cinco posições em ranking mundial sobre facilidade de negócios. 2017. Disponível em: . Acesso em: 26 de abril de 2017.

FERREIRA, T. A; DOS SANTOS, A. B. Confiança como um fator cultural determinante para o grau de inovação de um país: uma abordagem para a formação de redes e alianças estratégicas. XIX Semead. 2016. Disponível em: . Acesso em: 21 de abril de 2017.

GII. The Global Innovation Index. 2016. Disponível em: . Acesso em: 20 de abril de 2017.

NUNES, G. S; et al. Indicações geográficas (IGS): instrumento de desenvolvimento sustentável. Revista GEINTEC - Gestão, Inovação e Tecnologias; v. 2, n. 4 (2012): Edição Especial - Indicações Geográficas. 2012. Acesso em: 26 de abril de 2017. Disponível em: .

PECLY, Pedro Henrique. O impacto de equipes multiculturais na inovação: o caso de uma multinacional situada no Brasil. Monografia. UFF, Escola de Engenharia. Niterói, RJ. 2016. Acesso em: 21 de abril de 2017. Disponível em: .

SECTI. Estratégia de ciência, tecnologia e inovação para Pernambuco 2017 - 2022: uma política localmente inspirada, globalmente conectada. Coordenadoras: Ana Cristina de Almeida Fernandes e Lúcia Carvalho Pinto de Melo. Recife: Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado de Pernambuco, 2017, p. 96. Acesso em: 22 de abril de 2017. Disponível em: .

Trading Economics. Brasil – Taxa de desemprego. 2017. Acesso em: 27 de abril de 2017. Disponível em: .




DOI: http://dx.doi.org/10.9771/cp.v10i3.23044

Apontamentos

  • Não há apontamentos.



Rede NIT-NE - Cadernos de Prospecção ISSN:1983-1358 (impresso) / ISSN: 2317-0026 (on-line)