Entre bússolas e cataventos: norteando a busca por organizações acolhedoras de experiências de Residência Social

Álvaro Pedro Carvalho Magalhães

Resumo


Guiadas por Zéfiro, o deus-vento, as forças que se deslocam pelo ar podem
alcançar limites inimagináveis. Hora manifestadas como brisas suaves, hora
como ventanias carregadas, os ventos são responsáveis pela mudança das
coisas. Convergem e divergem, anunciam a troca das estações, guiam
embarcações e o rumo da vida de quem nelas embarcam.
A metodologia de formação em gestão social que estrutura o Programa de
Residência Social sugere que o indivíduo ouse, embarcando em correntes de
experiências para além do seu habitat natural. Incentiva o Residente Social A
provar de outras brisas – e talvez, de outras tempestades. Uma vivência
autônoma que, atrelado à práticas antigas do seu próprio arsenal de
conhecimento, o permitirá atingir o seu objetivo, retornando renovado e
carregado de novos saberes, como um bricoleur que criativamente propõe
novos significados, renovando suas estruturas cognitivas e sensibilizando seus
subsunçores de aprendizagem.

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