Entrevista com Gilberta Santos Soares

Dayane Nascimento Sobreira

Resumo


Natural de Campina Grande-PB, Gilberta Santos Soares é doutora pelo Programa de Estudos Interdisciplinares sobre Mulheres, Gênero e Feminismo da Universidade Federal da Bahia e mestre em Sociologia pela Universidade Federal da Paraíba. Foi secretária da Secretaria da Mulher e da Diversidade Humana do Estado da Paraíba entre os anos de 2013 e 2019 e secretaria executiva da pasta de 2011 a 2012. É sócio-fundadora da Cunhã Coletivo Feminista, ONG sediada na cidade de João Pessoa-PB. Foi conselheira da Rede Nacional Feminista de Saúde. Muito jovem, foi fundadora do Grupo Raízes, grupo feminista formado por universitárias na sua cidade natal na década de 1980. Atuou prestando assessoria ao Movimento de Mulheres Trabalhadoras Rurais do Brejo (MMB/PB), ajudando a reconstituir o grupo após a trágica morte de Penha Nascimento, em acidente que também vitimou a socióloga Elizabeth Lobo na cidade de Alagoa Grande-PB. De longa trajetória na militância e nos movimentos sociais, sua história é marcada pela atuação na área da saúde das mulheres, direitos sexuais e reprodutivos, violência contra mulheres e temas que envolvem sexualidade e diversidade. Em movimento, assim Gilberta se definiu quando de nossas entrevistas, realizadas em novembro e dezembro de 2015, respectivamente, e revisitadas no início de 2020. Militante histórica, reside na capital João Pessoa, vive em constante luta pela democracia, pelos direitos das mulheres, mulheres negras, LGBTQI+ e outros grupos socialmente discriminados.

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