A distopia, o totalitarismo e o romance Um piano para cavalos altos, de Sandro William Junqueira

Caroline Valada Becker

Resumo


O romance distópico, diferentemente da utopia, ganha fôlego apenas no século XX, momento histórico marcado por frustrações e pessimismo devido, em especial, às grandes guerras e aos sistemas totalitários. Este artigo, apropriando-se das reflexões teóricas acerca da distopia, debruça-se sobre o romance Um piano para cavalos altos, do português Sandro William Junqueira, para analisar a presença e a ressiginificação dos signos distópicos, tendo em vista as categorias “não tempo” e “não lugar”, a construção de um sistema político totalitário e a presença de um signo subversivo.

Palavras-chave


distopia; romance português contemporâneo; totalitarismo.

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DOI: http://dx.doi.org/10.9771/2176-4794ell.v0i53.14820

Estudos Linguísticos e Literários. ISSN ONLINE: 2176-4794

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