A história da infância: de Santo Agostinho à Rousseau

Bárbara Carvalho Marques Toledo Lima, Heloisa Helena de Oliveira Azevedo

Resumo


O presente artigo objetiva discutir como o conceito de infância foi constituindo-se ao longo da história, no período de Santo Agostinho à Rousseau, a partir de considerações a respeito da compreensão de alguns autores sobre as ideias que perpetuaram o pensamento da infância, principalmente durante a Idade Média. Trata-se de uma discussão teórica que problematiza o conceito de infância no bojo da história e do pensamento filosófico, a partir de uma revisão crítica da literatura. A criança que projetamos hoje é fruto das transformações da nossa sociedade. A cada mudança na forma de pensar, agir, na cultura, a criança ganha uma nova imagem, mas esse ganho não elimina, em hipótese alguma, a imagem anterior. As transformações não acontecem de maneira isolada, parte-se de uma evolução, e assim também é a imagem da infância, que apesar de ser representada numa nova perspectiva, ainda traz muitos fragmentos de sua representação no passado.

Palavras-chave


Conceito de infância; Santo Agostinho; Rousseau; Idade Média

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DOI: http://dx.doi.org/10.9771/2317-1219rf.v2i1.6160

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