Deixando pra lá: juventude fronteiriça e educação pós-moderna

Henry A. Giroux

Resumo


Tradução: Maria Inez Carvalho


O texto argumenta que o pós-modernismo, como um espaço de forças contraditórias e tendências divergentes, torna-se pedagogicamente útil quando fornece elementos de um discurso de oposição para entender e responder à transformação cultural e à mudança educacional que afetam a juventude norte-americana. É apresentado em três sessões internas: Bem—vindo à volta ao Pós-Moderno – com a defesa de que o pós-modernismo torna-se relevante na medida em que passa a fazer parte de um amplo projeto político no qual a relação entre o modernismo e o pós-modernismo se torne dialética, dialógica e crítica. Escolas Modernistas e Condições Pós-Modernas –com uma crítica que as instituições modernistas, as escolas públicas não têm sido capazes de criar a possibilidade de pensar através do caráter indeterminado da economia, do conhecimento, da cultura e da identidade. Juventude fronteiriça e cultura pós-moderna – um retrato, a partir de três filmes sobre a Juventude fronteiriça. E, ao final, aceitando que o pós-modernismo e o modernismo corroboram-se mutuamente ao invés de anular-se, propõe uma educação nova e diferenciada denominada Educação pós-moderna.

Palavras-chave


Educação. Juventude fronteiriça. Pós-modernismo.

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DOI: http://dx.doi.org/10.9771/2317-1219rf.v14i16.4051

Revista entreideias: educação, cultura e sociedade, desde 2012. ISSN: 2317-1219 (online)
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