CONCEPÇÃO DE MULHERES SOBRE VIVÊNCIA COM VÍRUS DA IMUNODEFICIÊNCIA HUMANA E IMPOSSIBILIDADE DE AMAMENTAR

Selma Villas Boas Teixeira, Cláudia Lima de Oliveira, Leila Rangel da Silva, Maria Beatriz de Assis Veiga, Ana Paula Assunção Moreira, Cristiane Rodrigues da Rocha

Resumo


Objetivos: discutir a concepção de mulheres sobre a vivência com o vírus da imunodeficiência humana e a impossibilidade de amamentar. Método: estudo descritivo, exploratório, com abordagem qualitativa, realizado com 12 mulheres em um hospital universitário no Rio de Janeiro, Brasil. A coleta de dados, por meio de entrevista individual e semiestruturada, ocorreu entre junho de 2017 e março de 2018. Os dados foram analisados mediante a utilização do referencial metodológico da análise de conteúdo. Resultados: a maioria das participantes foi diagnosticada no pré-natal e no parto. Elas reconheceram os benefícios da amamentação e seguiram a recomendação de não amamentar. Conclusão: as participantes reconheceram os benefícios da amamentação e, mesmo que tristes e frustradas diante da impossibilidade de amamentar, transcenderam esses sentimentos, por proteção ao filho, reafirmando o papel atribuído pela sociedade e pela cultura e as assimetrias de gênero relacionadas à reprodução e maternidade.

Descritores: Enfermagem. Saúde da Mulher. Aleitamento Materno. Período Pós-parto. Sorodiagnóstico da Aids.


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DOI: http://dx.doi.org/10.18471/rbe.v34.35741

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