PRÁTICAS CONVENCIONAIS DO PARTO E VIOLÊNCIA OBSTÉTRICA SOB A PERSPECTIVA DE PUÉRPERAS

Vanuza Silva Campos, Ariane Cedraz Morais, Zannety Conceição Silva do Nascimento Souza, Pricila Oliveira de Araújo

Resumo


Objetivo: compreender a experiência de puérperas com as práticas convencionais do parto e violência obstétrica. Método: estudo qualitativo, descritivo e exploratório, realizado com oito mulheres em unidades de Atenção Básica de um município da Bahia. A coleta de dados foi feita por meio de entrevista semiestruturada. Os dados foram analisados conforme a técnica de Bardin. Resultados: foi percebido um cenário de assistência obstétrica deficiente, desrespeitoso, medicalizado, centrado na decisão do profissional e, por vezes, violento, transformando a vivência do parto para muitas mulheres em uma experiência negativa, frustrante e até traumática. Conclusão: o cenário de assistência obstétrica em algumas maternidades no município de estudo mantém práticas convencionais de assistência ao parto, que, em muitos casos, constituem-se como violência obstétrica, diante da falta de evidências que apontem os benefícios e justifiquem seu uso.

Descritores: Parto Normal. Enfermagem Obstétrica. Violência contra a Mulher.


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DOI: http://dx.doi.org/10.18471/rbe.v34.35453

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