VIVÊNCIA FAMILIAR DO ATENDIMENTO DE EMERGÊNCIA

Mayckel da Silva Barreto, Sonia Silva Marcon, Cristina Garcia-Vivar, Eleandro do Prado, Josane Rosenilda da Costa, Patricia Chatalov Ferreira, Ricardo de Souza Campos Seguraço

Resumo


Objetivo: compreender como a família percebe a vivência do atendimento emergencial a um de seus membros. Método: estudo descritivo de natureza qualitativa, realizado em três municípios do Sul do Brasil. Os dados foram coletados em junho de 2015 por meio de entrevistas semiestruturadas, realizadas no domicílio de 16 indivíduos que acompanharam seus familiares em unidade emergencial. As entrevistas foram gravadas, transcritas e submetidas à Análise de Conteúdo, modalidade temática. Resultados: as famílias revelaram intenso sofrimento durante o atendimento emergencial de seu familiar. A rapidez e resolutividade no atendimento, a presença de comunicação efetiva e a possibilidade de acompanhar a assistência foram percebidas pelos familiares, quando presentes, como qualificadores do atendimento e, quando ausentes, como desqualificadores. Conclusão: a vivência familiar durante o atendimento emergencial foi caracterizada por intenso sofrimento, o qual é diretamente influenciado pelo modo como os profissionais de saúde acolhem e atendem o paciente e sua família.

Descritores: Família. Relações Profissional-família. Serviços Médicos de Emergência.


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DOI: http://dx.doi.org/10.18471/rbe.v34.35100

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