ESTRATIFICAÇÃO DE RISCO PARA PÉ DIABÉTICO NUMA POPULAÇÃO DE IDOSOS ACOMPANHADOS NA ATENÇÃO PRIMÁRIA

Natália Pinheiro Fabricio Formiga, Paulo Renato Alves Firmino, Vitória de Cássia Félix Rebouças, Célida Juliana Oliveira, Márcio Flávio Moura de Araújo, Ana Maria Parente Garcia Alencar

Resumo


Objetivo: avaliar a estratificação de risco para pé diabético numa população de idosos acompanhados na atenção primária. Método: estudo transversal, analítico, com abordagem quantitativa. Realizaram-se visitas domiciliares a 254 idosos para avaliação neurológica (sensibilidade protetora plantar e sintomas neuropáticos), dermatológica e vascular (pulsos e índice tornozelo braquial). Resultados: parcela substancial (95,3%) dos participantes referiu algum sintoma neuropático, sobretudo fadiga (67,4%). A maioria apresentava risco para pé diabético (64,1%), com predomínio do grau 1 (43,7%); eram tabagistas (71,9%), apresentavam comorbidade osteomuscular (57,8%) e já tinham sofrido um AVC (75%). As pessoas com grau de risco 2 e 3 tinham entre 10-19 desde o diagnóstico da doença (78,1%). Conclusão: boa parte da amostra apresentava algum grau de risco para pé diabético, sobretudo do grau 1, e presença de comorbidade osteomuscular.

Descritores: Idoso. Pé Diabético. Atenção Primária à Saúde.


Texto completo:

PDF PDF (English)


DOI: http://dx.doi.org/10.18471/rbe.v34.34097

Apontamentos

  • Não há apontamentos.


 

 

ISSN 2178-8650 (eletrônico)

ISSN 0102-5430 (impresso)  

Licença Creative Commons
A Revista Baiana de Enfermagem utiliza a Licença Creative Commons - Atribuição-NãoComercial 4.0 Internacional.

A Revista Baiana de Enfermagem é membro da Associação Brasileira de Editores Científicos.

http://www.revenf.bvs.br/scielo.php?lng=pt