MORTE DE FILHOS POR CÂNCER: EXPERIÊNCIAS DE MÃES ENLUTADAS SOB A ÓTICA HEIDEGGERIANA

Josane Rosenilda da Costa, Eleandro Prado, Rubiane Beal, Julia Wakiuchi, Cataraina Aparecida Sales, Sonia Silva Marcon

Resumo


Objetivo: compreender a experiência materna da perda de um filho por neoplasia. Método: estudo qualitativo, com base na fenomenologia heideggeriana. Participaram quatro mães com filhos entre 2 e 18 anos que morreram por câncer em 2014, em um hospital de referência em oncologia da Região Oeste do Paraná, Brasil. As entrevistas ocorreram nas residências das mães, entre outubro e novembro de 2015, e foram analisadas à luz da hermenêutica heideggeriana. Resultados: emergiram duas unidades temáticas - Ser-mãe: percebendo que a morte do filho está se aproximando; e Ressignificando a vida após a morte do filho - que evidenciaram os sentimentos de angústia e frustração dessas mulheres. Conclusão: a experiência materna da perda de um filho por neoplasia compara-se à perda de uma parte importante de si, perpassando pelo medo da perda, busca de ressignificação do cuidado desempenhado até o momento e da vida que resta.


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DOI: http://dx.doi.org/10.18471/rbe.v33.28169

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