USO DO METRÔNOMO NA RESSUSCITAÇÃO CARDIOPULMONAR EM UMA UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA

Flávia Silva Ferreira, Laíne Maria Monteiro Garrido, Raquel Chagas Oliveira, Mariana de Almeida Moraes, Cláudia Geovana da Silva Pires, Fernanda Carneiro Mussi

Resumo


Objetivo: relatar a vivência de três enfermeiras assistenciais na utilização do metrônomo durante manobras de ressuscitação cardiopulmonar em unidade de terapia intensiva. Método: trata-se de um relato de experiência que reflete a troca de informações, no cotidiano de trabalho, de três enfermeiras que atuam na unidade de terapia intensiva de um hospital de grande porte em Salvador, Bahia, Brasil. Resultados: o uso continuado do equipamento na ressuscitação cardiopulmonar tem sido indicado para auxiliar na realização das compressões torácicas. O som emitido pelo dispositivo não indica o término de cada ciclo na reanimação e/ou assegura a adequação da profundidade das compressões. Acrescenta ruídos ao ambiente, dificulta a comunicação da equipe multiprofissional e é mais um aparelho a ser configurado no momento da ressuscitação cardiopulmonar, impactando de forma negativa. Conclusão: o metrônomo, nessa experiência, não assegurou a qualidade na ressuscitação cardiopulmonar.
Descritores: Parada Cardíaca. Reanimação Cardiopulmonar. Unidade de Terapia Intensiva. Cuidados Críticos. Enfermagem de Cuidados Críticos. Ruído.


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DOI: http://dx.doi.org/10.18471/rbe.v32.27912

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