FRAGILIDADE, SINTOMAS DEPRESSIVOS E QUALIDADE DE VIDA: UM ESTUDO COM IDOSOS INSTITUCIONALIZADOS

Letícia Alves Melo, Larissa Andrade, Helena Rita Oliveira Silva, Marisa Silvana Zazzetta, Ariene Angelini Santos-Orlandi, Fabiana Souza Orlandi

Resumo


Objetivo: analisar a relação entre fragilidade, sintomas depressivos e qualidade de vida de idosos institucionalizados. Métodos: estudo descritivo, correlacional, de corte transversal. Foram avaliados 42 idosos institucionalizados, de setembro a dezembro de 2016, utilizando-se questionário para caracterização, Tilburg Frailty Indicator, Escala de Depressão Geriátrica com 15 questões e Quality of Life Scales for Nursing Home Residents. Resultados: predominaram idosos do gênero feminino (57,1%), com média de idade de 77,4 anos (dp=9,8), frágeis (57,1%), sem sintomas depressivos (57,1%). Idosos não frágeis apresentaram melhor percepção da qualidade de vida em sete domínios do instrumento utilizado para avaliação. Houve correlação negativa, de moderada magnitude e estatisticamente significante entre sintomas depressivos e cinco domínios do instrumento de qualidade de vida. Verificou-se correlação entre fragilidade e sintomas depressivos (p=0,008). Conclusão: idosos institucionalizados frágeis e com sintomas depressivos apresentaram pior percepção de qualidade de vida.


Descritores: Idoso Fragilizado. Depressão. Qualidade de vida. Institucionalização. Enfermagem geriátrica.


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DOI: http://dx.doi.org/10.18471/rbe.v32.26340

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