PRÁTICAS DE LIBERDADE DE ENFERMEIRAS MILITANTES PELA CONSTRUÇÃO DE OUTRAS MODALIDADES DE OBJETIVAÇÃO DA ENFERMAGEM

Deybson Borba de Almeida, Gilberto Tadeu Reis da Silva, Genival Fernandes de Freitas, Igor Ferreira Borba de Almeida, Isabel Cristina Kowal Olm Cunha, Simone Coelho Amestoy

Resumo


Objetivo: analisar práticas de liberdade de enfermeiras militantes. Método: pesquisa histórica, baseada no método
de história oral com abordagem qualitativa, realizada com 11 enfermeiras que militaram/militam por questões profissionais
desde a década de 1980 no estado da Bahia, Brasil. Os dados coletados em entrevistas semiestruturadas
foram organizados no software n-vivo 10 e analisados com base na hermenêutica dialética. Resultados: identificadas
possibilidades formativas e de resistência nas práticas de implicação com o mundo. Conclusão: as práticas de
liberdade são geradoras de militância/militantes, havendo uma noção de dupla intencionalidade, que representa
caráter dialético em si.
Descritores: Enfermagem. Política. Liderança. História da Enfermagem. Atitudes e prática em saúde.


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DOI: http://dx.doi.org/10.18471/rbe.v32.25099

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