FATORES PREDITORES PARA A ADMISSÃO DO RECÉM-NASCIDO NA UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA NEONATAL

Lediana Dalla Dalla Costa, Vanuza Fatima Andersen, Alessandro Rodrigues Perondi, Vivian Francielle França, Jolana Cristina Cavalheiri, Durcelina Schiavoni Bortoloti

Resumo


Objetivo: determinar a associação entre os fatores preditores para a admissão do recém-nascido em Unidade de Terapia Intensiva Neonatal e as características maternas. Método: estudo analítico, documental, retrospectivo, quantitativo, seguido de pesquisa de campo, que avaliou 119 prontuários, no período de maio a agosto de 2016. Resultados: observaram-se mães com idade entre 20 e 25 anos (31,1%); nível fundamental (42,0%); 49,6% eram casadas e 80,7% tiveram parto cesárea. O pré-natal foi realizado por 95,0% das gestantes e 97,5% apresentaram patologias gestacionais. Dos neonatos, 51,3% eram do sexo feminino; 88,2% receberam alta para o alojamento conjunto com a mãe, 71,4% internaram por prematuridade, 40,3% por problemas respiratórios e 28,6% por hipoglicemia. Conclusão: a internação do recém-nascido na Unidade de Terapia Intensiva Neonatal está consequentemente relacionada às características maternas e às patologias desenvolvidas no período gravídico.
Descritores: Cuidado pré-natal. Recém-nascido. Unidades de Terapia Intensiva Neonatal. Enfermagem neonatal.


Palavras-chave


Cuidado Pré-Natal; Recém-Nascido; Unidades de Terapia Intensiva Neonatal; Enfermagem Neonatal

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DOI: http://dx.doi.org/10.18471/rbe.v31i4.20458

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