CONFORTO FAMILIAR A UM PARENTE INTERNADO NA UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA

Camila Oliveira Valente, Gabriella Morais Fonseca, Katia Santana Freitas, Fernanda Carneiro Mussi

Resumo


Objetivo: verificar o nível de conforto de familiares com um membro em unidade de terapia intensiva. Método: estudo quantitativo, de corte transversal, que entrevistou 98 familiares de um hospital público em Feira de Santana - Bahia, aplicando-se a Escala de Conforto para Familiares de Pessoas em Estado Crítico de Saúde (ECONF). Os dados foram analisados pela estatística descritiva. Resultados: a média do nível global de conforto foi de 3,83 (±0,53). Para a dimensão Segurança foi de 4,38 (±0,54), Interação familiar e ente de 4,19 (±0,70) e Suporte de 2,92 (±0,74). Conclusão: os níveis de conforto evidenciaram que os familiares se sentiam mais confortáveis ao perceberem a competência técnico científica e de relacionamento interpessoal da equipe hospitalar, a possibilidade de recuperação do parente e de apoio ao mesmo. Menor conforto foi relacionado a limites para estar com ou próximo ao parente e lacunas no sistema de informação hospitalar.

 

Descritores: Cuidados de conforto; Família; Enfermagem.


Palavras-chave


Cuidados de conforto; Família; Enfermagem

Texto completo:

PDF PDF (English)


DOI: http://dx.doi.org/10.18471/rbe.v31i2.17597

Apontamentos

  • Não há apontamentos.


 

 

ISSN 2178-8650 (eletrônico)

ISSN 0102-5430 (impresso)  

Licença Creative Commons
A Revista Baiana de Enfermagem utiliza a Licença Creative Commons - Atribuição-NãoComercial 4.0 Internacional.

A Revista Baiana de Enfermagem é membro da Associação Brasileira de Editores Científicos.