APTIDÕES COGNITIVAS E ATITUDINAIS DO ENFERMEIRO DA ATENÇÃO BÁSICA NO CONTROLE DA HANSENÍASE

Joselia de Jesus Garcia Pinheiro, Sâmea Cristina Santos Gomes, Dorlene Maria Cardoso de Aquino, Arlene de Jesus Mendes Caldas

Resumo


Objetivo: Investigar as aptidões cognitivas e atitudinais dos enfermeiros da Atenção Básica para o controle da hanseníase. Método: Estudo descritivo quantitativo, realizado entre janeiro a dezembro de 2012, com 101 enfermeiros dos sete distritos sanitários de São Luís-MA. Utilizou-se um questionário estruturado, em cinco categorias de respostas, ordenadas de acordo com a escala de Likert. Às respostas foram atribuídos escores que levaram à formação de um conceito (excelente; muito bom; bom; regular; ruim). Resultados: 71,2% disseram estar capacitados, porém 63,3% não se sentem aptos para desenvolver ações de prevenção de incapacidades e 83,1% seguiam o protocolo padronizado. Quanto às aptidões cognitivas e atitudinais, a maioria apresentou conceito muito bom (58,4% e 67,3%, respectivamente). Conclusão: Os enfermeiros segundo a classificação adotada possuem boas aptidões cognitivas e atitudinais. No entanto, as capacitações em hanseníase não atendem às reais necessidades de conduta dos enfermeiros nas ações de diagnóstico e tratamento do agravo.

Descritores: Aptidão; Competência profissional; Papel do profissional de Enfermagem; Hanseníase.


Palavras-chave


Aptidão; Competência profissional; Papel do profissional de Enfermagem; Hanseníase

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DOI: http://dx.doi.org/10.18471/rbe.v31i2.17257

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