PROTOCOLO DE MANCHESTER E POPULAÇÃO USUÁRIA NA CLASSIFICAÇÃO DE RISCO: VISÃO DO ENFERMEIRO

Aline Alves Roncalli, Danielle Nogueira de Oliveira, Izabella Cristina Melo Silva, Robson Figueiredo Brito, Selma Maria da Fonseca Viegas

Resumo


Objetivo: Compreender a visão do enfermeiro sobre a utilização do protocolo de Manchester e a população usuária na classificação de risco de uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA). Método: Estudo de caso qualitativo fundamentado na Sociologia Compreensiva do Cotidiano; utilizou-se a entrevista aberta com 12 enfermeiros que realizam a classificação de risco. Resultados: Há uma inversão de fluxo de usuários entre a rede básica e os serviços de urgência/emergência o que resulta em superlotação da UPA e sobrecarga de trabalho, advinda da falta de informação e comunicação eficaz do Sistema de Saúde (público-privado) para que os usuários conheçam a real função de um atendimento de urgência/emergência, e das fragilidades na gestão da UPA. Conclusão: Apesar dos desafios para concretização da classificação de risco como uma estratégia acolhedora e equânime das demandas, o protocolo de Manchester trouxe segurança para a prática e qualidade da atenção prestada.

Descritores: Classificação; Urgência; Emergência; Enfermagem; Acolhimento.


Palavras-chave


Classificação; Urgência; Emergência; Enfermagem; Acolhimento.

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DOI: http://dx.doi.org/10.18471/rbe.v31i2.16949

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