Revista ECUS

A Revista ECUS é uma publicação anual, aberta a colaboradores do Brasil e do exterior, interessados em questões relativas aos saberes e fazeres da cultura, dos estudos culturais e em conversações com os campos da arte, do cinema, da música, da literatura, do teatro, da filosofia, da estética e da comunicação.

 

 

REVISTA ECUS - ISSN: 2176-8641

 

Chamada Revista ECUS

Vol. 5, n. 1 (2019)

 

A revista ECUS, Espetáculos Culturais e Sociedade, publicação do Programa Multidisciplinar de Pós-Graduação em Cultura e Sociedade, abre chamada para a próxima edição, a ser lançada em janeiro de 2019.

SUBMISSÕES ATÉ 10 DE DEZEMBRO DE 2018

A cada número, a revista propõe um tema para ser debatido sob a forma de um DOSSIÊ, uma ENTREVISTA e uma RESENHA.

 

A Revista ECUS é uma publicação anual, aberta a colaboradores do Brasil e do exterior, interessados em questões relativas aos saberes e fazeres da cultura, dos estudos culturais e em conversações com os campos da arte, do cinema, da música, da literatura, do teatro, da filosofia, da estética e da comunicação.

 

Para esse número, o tema será ESTÉTICA DA INCOMPLETUDE.

 

Chamada para dossiê: Estética da Incompletude

 

ESTÉTICA DA INCOMPLETUDE

Experiências, dissidências e resistências em artes no Brasil e na América do Sul 

Leonardo V. Boccia

 

O modus operandi e as dissidências/resistências em artes trazem à tona a desigualdade no campo aparentemente democrático da estética. O ‘século da estética’ torna imprescindível o debate crítico e transformador do status quo sobre criatividade e geração artística nos países considerados emergentes ou caóticos. Pois, exatamente por este motivo e por carências de produção e registro, quando não de reconhecimento e legitimação, as artes no Brasil e na América do Sul carecem do foco necessário para uma legitima exposição/competição no cenário mundial.

Assim como as paredes das casas das favelas expõem o limite do investimento em moradia e a falta de acabamento (reboque e pintura), considerado caro e desnecessário, a criatividade e a produção em artes parecem acompanhar esse critério da incompletude, como algo supérfluo quando exposto às dificuldades político-econômicas que esses países enfrentam. Surge daí uma estética limítrofe e desprovida de projeção competitiva quando confrontada com a máquina de acompanhamento, produção, divulgação/distribuição e arquivamento em países que investem e ostentam esse poder de controle sobre as artes em geral.

A concentração dos mais famosos e respeitados equipamentos culturais nos países abastados representa a exceção perpetua da distância intransponível, muito maior e excludente que essa sensação de corte entre as nações, muito mais perversa que a globalização dos mais ricos e ainda mais oprimente que essa incessante escassez de recursos básicos como limite para os sonhos reais dos artistas ‘afogados’. Essa sensação de abismo colossal entre poderes subjuga e, ao mesmo tempo, fortalece dissidências artísticas com a dissolução da criação de obras incompletas e abandonadas, logo esquecidas ou nunca apreciadas.

Mas a escassez e a desigualdade são consequência da concentração do prestigio dos eleitos. Logo, as artes que ameaçam a plutocracia e a arrogância devem ser dobradas ao poder, como em diversas ocasiões na história da humanidade. O debate da incompletude estética, entretanto, interessa diretamente a formação humana nas Américas. No Brasil, por exemplo, a ideia de pobreza e desventura que acomete os artistas é senso comum e é sustentada por grande parte da população levando os jovens a evitar os estudos nos diversos campos das artes. Por óbvios interesses exploratórios e repressivos, a tendência e as ações com menor apoio aos projetos de arte, para desvalorizar as culturas humanista e artística tem se fortalecido no mundo com o advento da tecnologia eletrônica e em rede e pela euforia dos resultados científicos mais valorizados na bolsa das bolsas de estudo e de fomento à pesquisa. Com o presente projeto, os pesquisadores membros do grupo ECUS visam estudar experiências, dissidências e resistências contemporâneas no campo das artes no Brasil e na América do Sul e abrem o debate intercultural em cooperação internacional com estudiosos de diversos países.

***

revista ECUS,do Programa Multidisciplinar de Pós-Graduação em Cultura e Sociedade da UFBA, abre chamada para sua próxima edição (vol. 5, n. 1, 2019), na qual apresentará o dossiê Estética da Incompletude.

 

A Estética da incompletude se refere aos movimentos de resistência, às linhas de fuga, àquilo que não é divulgado comercialmente. A arte é concebida como algo vital, uma necessidade, um ato de resistência, conforme descreveu Deleuze em O ato de criação, uma conferência realizada em 1987. 

O filósofo espanhol José Ortega y Gasset em Ensaios de Estética mostra, em um de seus ensaios intitulado Mona Lisa, como o pintor Leonardo da Vinci pode ser considerado o grande cultor da estética da incompletude. Sua obsessão em corrigir e retocar suas telas o levou a adotar a pintura a óleo em lugar do afresco e foi o primeiro pintor italiano de importância a fazê-lo. No afresco as tintas secavam rapidamente, desfavorecendo a realização de retoques e adições posteriores. A pintura a óleo permitia que o quadro nunca fosse concluído, pois sempre seria possível acrescentar camadas de tinta, criando um interminável palimpsesto de cores. Quando Da Vinci dizia que a pintura era coisa mental se referia a uma tela que sempre se revisita, que está em eterno devir. A arte é ruminada como algo para se fazer pensar, puro conceito. 

De acordo com o pesquisador João Cezar de Castro Rocha (2012), Ortega y Gasset transforma o famoso episódio do roubo da Mona Lisa no Louvre, em 1911, numa chave renovada para entender o pensamento pictórico de Da Vinci. Quando o museu reabre, uma multidão corre para ver o espaço vazio do quadro, tornando-o a partir de então, o mais famoso do mundo. Talvez, desde a sua ausência, muitos tenham percebido que a pintura não existe apenas para ser vista, acima de tudo, ela é uma coisa mental. A Mona Lisa só voltou a ser exposta em 1914.

Diego Velásquez, em As meninas, retrata o pintor pintando a sua obra, através do reflexo do espelho, problematizando a própria função da arte como representação. De maneiras diferentes, Da Vinci e Velásquez, descobriram no ato de pintar uma forma de pensar a própria pintura. Na perspectiva de Gasset, a arte não se compreende fora dos impulsos da vida e do universo cultural. A sensibilidade artística é capaz de sentir e expressar os acontecimentos do seu tempo. A função vivente da arte a permite criar novos mundos. 

Os artistas atuam como dissidentes, suas ideias são dissensos dos consensos de suas épocas. Frida Kahlo, no século XX, é considerada como a mais importante artista mulher deste século, pois num mundo de dominação patriarcal, foi símbolo da luta feminina. Suas pinturas mostram a polaridade do antigo e do moderno, valorizam os vestidos de Tehuana e os colares feitos de fragmentos de miçangas astecas e maias, constituindo uma identidade cultural mexicana. O acidente quase fatal que ocorreu quando ela tinha 18 anos transformou sua vida. Devido a perfuração de sua pélvis e às fraturas que sofreu na coluna, Kahlo teve que se submeter a mais de 30 cirurgias e sofreu 3 abortos. A artista que queria ser médica e mãe, começou a pintar durante a sua longa recuperação. Sua obra completamente autobiográfica, chegou a ser considerada surrealista por André Breton, mas acima de tudo mostravam sua dor e solidão. Foi casada com o muralista mexicano Diego Rivera.

O contemporâneo artista mexicano Santos Motoapohua de La Torre, no século XXI, com seu mural exposto no metrô de Paris, no Louvre, passa quase desapercebido. Apesar de ter um grande mural na estação Palais Royal, é ignorado em seu país natal. O documentário Eco de la montaña (2014) dirigido por Nicolás Echevarría apresenta uma visão poética da vida deste artista huichol. A ideia de fazer um documentário sobre La Torre surgiu ao saber que o artista não havia sido convidado para a inauguração de sua própria obra em Paris. Em seus murais, Torres apresenta a mitologia e as práticas religiosas do povo indígena huichol e precisa peregrinar até Wirikuta para pedir permissão aos deuses para realizar cada novo mural. O artista vive em um pequeno rancho, no coração de Sierra Madre Ocidental, onde não há água, nem eletricidade, nem serviço de saúde. Os murais que possuem 80 painéis no formato 30 x 30 cm cada, demoraram 1 ano para ficarem prontos.

O poeta brasileiro Antônio Gonçalves da Silva, mais conhecido como Patativa do Assaré, nasceu no interior do Ceará, na região do Cariri, no início do século XX. Com pouco estudo, guardava seus poemas na memória para depois serem recitados. Foi José Arraes de Alencar que apoiou a publicação de sua primeira obra Inspiração Nordestina ou Cantos de Patativa (1956). Patativa foi capaz de criar tantos versos nos moldes de Camões quanto poesias de rima e populares. Em 1978 lançou Cante lá que eu canto cá: “Poeta, cantô de rua/ que na cidade nasceu/ cante a cidade que é sua/ que eu canto o sertão que é meu/ se aí você teve estudo/ Aqui, Deus me ensinou tudo, / sem de livro precisá / Por favô, não mexa aqui, que eu também não mexo aí/ Cante lá, que eu canto cá”. 

 Assim como estes artistas, encontramos tantos outros com tanta potencialidade e, que apesar da quase invisibilidade, conseguiram emergir no cenário das artes de suas épocas. Por isso, a necessidade de uma rede colaborativa e informativa de expressões artísticas da América do Sul a fim de dar maior visibilidade a essas figuras de (r)existência. 

 

Serão publicados artigos que proponham uma reflexão a respeito dos possíveis desdobramentos da estética – sempre intempestiva e questionando os limites entre razão e sensibilidade e proporcionando a união instável entre opostos. Na contemporaneidade, as fronteiras entre artes plásticas, cinema, tv, vídeo, literatura, teatro, performances, intervenções urbanas são, muitas vezes, problematizadas. Nos interessa discutir a complexidade destas linguagens heterogêneas e órfãs de um relato universal. Os originais, inéditos, devem ser enviados até dia 10 de DEZEMBRO de 2018, impreterivelmente, segundo as normas de publicação da Revista ECUS, que estão no endereço:

 

https://portalseer.ufba.br/index.php/ecus

 

A revista também recebe textos para suas demais seções, não necessariamente relacionados à temática desta edição. Todos os textos, no entanto, serão sempre submetidos à avaliação do conselho de pareceristas da revista. Esperando manter o espaço do debate crítico vivo e atualizado, aguardamos as participações.

 

Os editores

Dados postais/Mailing address

Revista ECUS

Programa Multidisciplinar de Pós-Graduação em Cultura e Sociedade

Universidade Federal da Bahia (UFBA)

A/C Editores

Instituto de Humanidades, Artes e Ciências Professor Milton Santos - Pavilhão de Aulas da Federação – PAF-V – Sala 306-A. Rua Barão de Jeremoabo S/N - Campus de Ondina CEP: 40170-115 - Salvador – Bahia | Telefone: 71 3283-6203 | culturas@ufba.br

www.ecus.ihac.ufba.br



 

 

ECUS MAGAZINE - ISSN: 2176-8641

 

ECUS Magazine called

Vol. 5, n. 1 (2019)

 

 

The ECUS magazine, Cultural Shows and Society, publication of the Multidisciplinary Post Graduation Program in Culture and Society, opens call for its next edition, to be released in january 2019.

 

SUBMISSIONS BY DECEMBER 10 - 2018

Every number, the magazine proposes a topic to be debated in the form of a DOSSIER, an INTERVIEW and a REVIEW.

 

The ECUS Magazine is an annual publication, opened to contributors from Brazil and abroad, interested in issues related to knowledge and practices of culture, cultural studies and in conversations with the fields of art, cinema, music, literature, drama, philosophy, aesthetics and communication.

 

For this issue the theme will be AESTHETICS OF INCOMPLETENESS.

 

Dossier call: Aesthetics of incompleteness

 

AESTHETICS OF INCOMPLETENESS 

Experiences, dissent and resistances in Arts in Brazil and South America 

Leonardo V. Boccia

 

The modus operandiand the dissent/resistances in the arts bring up the inequality in the apparently democratic field of aesthetics. The ‘aesthetics century’ makes critical and transformative debate about the status quoon creativity and artistic generation essential in emerging or chaotic countries. For, precisely for this reason and for lack of production and registration, if not for recognition and legitimation, the arts in Brazil and South America lack the necessary focus for a legitimate exhibition/competition on the world stage.

As well as as the walls of slums houses expose the limit of housing investment and the lack of finishing (grout and painting), which is considered expensive and unnecessary, creativity and production in the arts seem to accompany this criterion of incompleteness, as something superfluous when exposed the political and economic difficulties that these countries face. This results in a borderline aesthetic that is lacking in competitive projection when confronted with the machine for monitoring, production, dissemination/distribution and filing in countries that invest and have this power of control over the arts in general.

The concentration of the most famous and respected cultural equipment in affluent countries represents the perpetual exception of the insurmountable distance, much greater and excluding than this sense of cut among nations, much more perverse than the globalization of the richer and even more oppressive than this incessant shortage of basic resources as a limit to the real dreams of 'drowned' artists. This sensation of colossal abyss among powers subjugates and, at the same time, strengthens artistic dissidence with the dissolution of the creation of incomplete and abandoned works, soon forgotten or never appreciated.

But scarcity and inequality are a consequence of the concentration of the prestige of the elect. Therefore, the arts that threaten plutocracy and arrogance must be bent to power, as on several occasions in the history of mankind. The debate on aesthetic incompleteness, however, is directly concerned with human formation in the Americas. In Brazil, for example, the idea of poverty and misery affecting artists is common sense and is sustained by a large part of the population, leading young people to avoid studies in the various fields of the arts. By obvious exploratory and repressive interests, the tendency and actions with less support to art projects to devalue humanistic and artistic cultures have been strengthened in the world with the advent of electronic and network technology and by the euphoria of the most valued scientific results in the fellowships for scholarships and research support. With this project, researchers from the ECUS group aim to study contemporary experiences, dissent and resistances in the field of arts in Brazil and South America and opens the intercultural debate in international cooperation with scholars from different countries.

***

The ECUS magazine,from the Multidisciplinary Program of Post-Graduation in Culture and Society of UFBA, opens call for its next edition (vol.5, n.1, 2019), in which it will present the dossier Aesthetics of incompleteness.

 

The Aesthetics of incompleteness refers to the movements of resistance, to the lines of escape, to what is not commercially disclosed. Art is conceived as something vital, a necessity, an act of resistance, as described by Deleuze in The act of creation, a conference held in 1987.

The Spanish philosopher José Ortega y Gasset in Essays of Aesthetics shows in one of his essays entitled Mona Lisa how the painter Leonardo da Vinci can be considered the great cultor of the aesthetics of incompleteness. His obsession with correcting and retouching his canvases led him to adopt oil painting instead of the fresco and was the first Italian painter of importance to do it. In the fresco the inks dried quickly, disfavoring the accomplishment of retouchings and later additions. The oil painting allowed the paint never to be finished, as it would always be possible to add layers of paint, creating an endless palimpsest of colors. When Da Vinci said that painting was a mental thing, it referred to a canvas that is always revisited, which is in eternal becoming. Art is ruminated as something to make one think, pure concept.

According to researcher João Cezar de Castro Rocha (2012), Ortega y Gasset transforms the famous Mona Lisa robbery episode in the Louvre in 1911 in a renewed key to understanding Da Vinci's pictorial thinking. When the museum reopens, a crowd rushes to see the empty space of the painting, making it from then on, the most famous in the world. Perhaps, since her absence, many have realized that painting does not exist just to be seen, above all, it is a mental thing. The Mona Lisa was not re-exposed until 1914.

Diego Velásquez, in The Girls, portrays the painter painting his work, through the reflection of the mirror, problematizing the very function of art as representation. In different ways, Da Vinci and Velázquez, discovered in the act of painting a way of thinking the painting itself. In Gasset's perspective, art cannot be understood outside the impulses of life and the cultural universe. Artistic sensibility is able to feel and express events of your time. The living function of art allows it to create new worlds. 

Artists act as dissidents, their ideas are dissenting from the consensus of their times. Frida Kahlo, in the twentieth century, is considered the most important woman artist of this century, because in a world of patriarchal domination, she was a symbol of women's struggle. Her paintings show the polarity of the old and the modern, value the Tehuana dresses and the necklaces made of fragments of Aztec and Mayan beads, constituting a Mexican cultural identity. The near-fatal accident that occurred when she was 18 turned her life around. Due to the perforation of her pelvis and the fractures she suffered in the spine, Kahlo had to undergo more than 30 surgeries and suffered 3 miscarriages. The artist who wanted to be a doctor and mother, began painting during her long recovery. Her work, completely autobiographical, came to be considered surrealist by André Breton, but above all showed her pain and solitude. She was married to Mexican muralist Diego Rivera.

The contemporary Mexican artist Santos Motoapohua de La Torre, in the 21st century, with his mural exposed in the Paris subway in the Louvre, passes almost unnoticed. Despite having a large mural at the Palais Royal station, it is ignored in his native country. The documentary Eco of the mountain (2014) directed by Nicolás Echevarría presents a poetic vision of the life of this Huichol artist. The idea of making a documentary about La Torre came from knowing that the artist had not been invited to the inauguration of his own work in Paris. In his murals, Torres presents the mythology and religious practices of the Huichol indigenous people and needs to pilgrimage to Wirikuta to ask permission from the gods to make each new mural. The artist lives on a small ranch in the heart of the Sierra Madre Occidental, where there is no water, no electricity, no health service. The murals that have 80 panels in the format 30 x 30 cm each, took 1 year to be ready.

The Brazilian poet Antônio Gonçalves da Silva, better known as Assaré's Patativa, was born in the interior of Ceará, in the region of Cariri, at the beginning of the 20th century. With little education, he kept his poems in memory for later recitals. It was José Arraes de Alencar who supported the publication of his first work Northeastern Inspiration or Patativa Songs (1956). Patativa was able to create as many verses in the molds of Camões as poetry of rhyme and popular. In 1978 he released Sing there that I sing here: "Poet, street singer / that in the city was born / sing the city that is his / that I sing the backwoods that is mine / if there you had study / Here, God taught me everything, / without book needs / Please, do not mess here, I do not move there too / Sing there, I sing here. "

            Like these artists, we find so many others with so much potentiality and, despite their near invisibility, they have emerged in the art scene of their times. Therefore, the need for a collaborative and informative network of artistic expressions from South America in order to give greater visibility to these figures of (r) existence. 

 

Papers will be published that propose a reflection on the possible unfolding of aesthetics - always untimely and questioning the limits between reason and sensitivity and providing the unstable union between opposites. In contemporary times, the borders between plastic arts, cinema, TV, video, literature, theater, performances, urban interventions are often problematized. We are interested in discussing the complexity of these heterogeneous and orphan languages of a universal account. The original, unpublished, must be sent by DECEMBER 10, 2018, according to the publication rules of ECUS Magazine, which are located at:

 

https://portalseer.ufba.br/index.php/ecus

 

The magazine also receives texts for its other sections, not necessarily related to the theme of this edition. All texts, however, will always be submitted to the evaluation of the review board of the journal. Hoping to keep the critical debate space alive and up to date, we look forward to participating.

 

The editors

Mailing address

Revista ECUS

Programa Multidisciplinar de Pós-Graduação em Cultura e Sociedade

Universidade Federal da Bahia (UFBA)

A/C Editores

Instituto de Humanidades, Artes e Ciências Professor Milton Santos - Pavilhão de Aulas da Federação – PAF-V – Sala 306-A. Rua Barão de Jeremoabo S/N - Campus de Ondina CEP: 40170-115 - Salvador – Bahia | Telefone: 71 3283-6203 | culturas@ufba.br

www.ecus.ihac.ufba.br

 



n. 4 (2013): MUNDO VIRTUAL - FARSA E DISTANCIAMENTO

ECUS CADERNOS DE PESQUISA

Edição completa

Ver ou baixar a edição completa PDF

Sumário

Artigos

Leonardo Vincenzo Boccia
PDF
Christian Rittelmeyer
PDF
Anette Rein
PDF
Ícaro Ferreira
PDF
Alice Suzar
PDF
PEDRO DELLORTTO
PDF
Lidia Argolo
PDF
José Rios
PDF
Leonardo Boccia
PDF