UNASUL: a dimensão política do novo regionalismo sul-americano

Tiago Nery

Resumo


Na primeira década do século XXI, a ascensão de forças progressistas possibilitou a adoção de políticas externas mais autônomas pelos países da América do Sul. A hegemonia neoliberal e os modelos homogêneos de integração dos anos 1990 foram sucedidos por tipos heterogêneos de regionalismo. Entre as novas organizações, a Unasul constitui um fórum de coordenação política que envolve a cooperação em diferentes áreas. Trata-se da vertente política do novo regionalismo sul-americano. Em seu interior, convivem governos com distintos signos ideológicos, que participam de diferentes mecanismos integrativos. A Unasul representa o coroamento de um processo de afirmação de uma identidade sul-americana possível contra a histórica pulverização da região. O novo organismo pode converter-se em um mínimo denominador comum regional. Além disso, a Unasul projeta geopoliticamente a América do Sul e contribui para a construção de um novo polo no sistema internacional.

Palavras-chave: Unasul. Política externa brasileira. Regionalismo. Relações internacionais. América do Sul.

 

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Unasul. Política externa brasileira. Regionalismo. Relações internacionais. América do Sul.

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DOI: http://dx.doi.org/10.9771/ccrh.v29i3.20013

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