Dilemas e Subjetividades acerca da Projeção de Imaginários Sociodiscursivos envolvendo Discentes de um Instituto Federal

Pollyanna Júnia Fernandes Maia Reis, Elke Beatriz Félix Pena

Resumo


Este artigo tem por objetivo averiguar em que medida existe e se configura a projeção de um imaginário sociodiscursivo considerado ideal em relação aos discentes do Curso Técnico Integrado em Metalurgia do Instituto Federal de Minas Gerais, Campus Ouro Preto. A motivação desta pesquisa se deu em razão da recorrente ociosidade de vagas e até mesmo a não integralização de todas as turmas, muitas vezes, sendo justificada, discursivamente, pelo perfil dos(as) alunos(as) que as compõem. Para a realização deste trabalho, valemo-nos de um questionário que foi aplicado às turmas de primeira e de segunda séries, contendo perguntas ligadas à significação do que é ser aluno (a) do curso, a possível existência quanto à projeção de um perfil discente desejado e se questões ligadas a gênero interfeririam na forma como esses estudantes são percebidos. Todas essas perguntas convergem no sentido de tentarmos entender como e porquê esse imaginário sociodiscursivo se reverbera(va) com tamanha força dentro do Campus, considerando-se o fato de o curso, em questão, ter sido o primeiro a ser criado na Instituição.


Palavras-chave


Imaginário sociodiscursivo, Gênero, Relações Étnico-Raciais

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DOI: http://dx.doi.org/10.9771/cgd.v5i1.31933



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