Feituras de proteção no Recôncavo setecentista

Felipe Augusto Barreto Rangel

Resumo


Os estudos das práticas mágicas e da religiosidade popular têm revelado importantes parcelas das vivências modernas. O objetivo deste artigo é analisar algumas facetas dessas práticas no Recôncavo baiano, durante o século XVIII, ao centrar o olhar na conexão de casos fontes, especialmente os que fazem referência à construção de amuletos de proteção corporal — com destaque para as bolsas de mandinga —, utilizando elementos cristãos furtados das igrejas. Trata das feituras de proteção, compreendendo o processo de entendimento e elaboração de complexos mágico-religiosos, tendo as vivências de seus feitores como balizas primordiais.

Palavras-chave


Inquisição - Recôncavo baiano - século XVIII - bolsa de mandinga - crioulização.

Texto completo:

PDF


DOI: http://dx.doi.org/10.9771/aa.v0i54.23617

Apontamentos

  • Não há apontamentos.


    Afro-Ásia. Salvador, Bahia, Brasil 0002-0591/1981-1411