A Formação de um corpo de negociantes na Bahia: o ouro das minas e o tráfico Atlântico de escravizados

Raphael Freitas Santos

Resumo


O artigo visa a analisar o processo de organização dos homens de negócio que atuavam no porto de Salvador em torno de interesses corporativos comuns. Esse processo remonta à primeira metade do século XVIII, quando o aumento da monetização e o incremento da demanda por escravizados africanos foram responsáveis, ao mesmo tempo, pela ascensão dos agentes mercantis sediados em Salvador e pelo acirramento das disputas com os homens de negócio de Lisboa. Nesse contexto aconteceu uma maior articulação dos negociantes sediados no porto de Salvador. Dois episódios foram emblemáticos nesse processo, os motins do Maneta (1711) e a criação da Mesa do Bem Comum dos negociantes da Bahia (1723).

 


Palavras-chave


tráfico Atlântico de escravizados; comerciantes; Bahia.

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DOI: http://dx.doi.org/10.9771/1981-1411afro-ásia.v0i51.17664

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    Afro-Ásia. Salvador, Bahia, Brasil 0002-0591/1981-1411